Instituto do Sono do Vale  
Perguntas frequentes

De que geralmente se queixam os pacientes com distúrbios do sono?

A queixa mais freqüente dos portadores de distúrbios do sono é a insônia. A segunda refere-se aos distúrbios respiratórios, especialmente o ronco, com o qual  frequentemente vem associado aapnéia.

Mas o que é própiamente a apnéia?

Apnéia é uma parada momentânea da respiração. É muito comum quem dorme ao lado de alguém que ronca muito, relatar o fato de que essa pessoa, de repente, para de respirar e acorda num sobressalto. Esse “susto” é a resposta do sistema nervoso central diante da baixa oxigenação do cérebro que, dessa forma, defende o organismo.

Essa parada momentânea da respiracão, ou melhor, a apnéia do sono, está sempre associada ao ronco?

Geralmente os grandes roncadores são obesos e tendem a desenvolver apnéia, porém, nem toda apnéia está relacionada à obesidade ou associada ao ronco. Às vezes, alterações  anatômicas da mandíbula onde o queixo fica recuado para traz, podem apenas determinar  apnéia, sem roncos. Se essa desarmonia crânio-facial se junta à obesidade, o risco de apnéia severa aumenta bastante. O hipotireoidismo e o refluxo gastroesofágico são alguns de outros fatores que podem determinar a ocorrência de apnéia.

A que riscos o indivíduo com apnéia é exposto?

Não é só o cérebro que se ressente com a falta de oxigenação, mas o corpo inteiro se ressente e envelhece mais depressa. A médio prazo, porém, as implicações cardíacas representam a maior preocupação já que o coração é um grande consumidor de oxigênio e assim sendo, se a oferta diminui, ele sofre. Muitos apnéicos morrem de arritmia, infarto ou derrame cerebral. Além disso, certas doenças que só se manifestariam na velhice como o mal de Parkinson, por exemplo, aparecem precocemente nos apnéicos.

Já que a apnéia é a grande vilã, porque tem se valorizado tanto o ronco nos últimos anos?

Atualmente, as pessoas em que a apnéia é menos evidente, não chegando sequer a ser notada pela família, merecem atenção especial e o ronco é que nos alerta para essa pesquisa. Os músculos da faringe de todos os sêres humanos relaxam durante o sono. O pescoço mais grosso dos homens e a falta da proteção hormonal sobre o tônus muscular com que contam as mulheres antes da menopausa, acentuam essa flacidez. Por isso, antes dos 40 anos os homens roncam mais. Depois da menopausa, essa vantagem feminina quase desaparece e o problema passa a atingir os dois sexos quase na mesma proporção.

Quando as pessoas que roncam devem procurar um médico para efetuar o diagnóstico e tratamento?

Certas posições, como dormir de barriga para cima, favorecem o ressonar que a maioria das pessoas tem e que não oferece problemas, porém, o ronco é resultado da resistência da via aérea à passagem do ar e portanto pode ter consequências. Roncar significa que o indivíduo está fazendo força para respirar enquanto dorme. Sem mencionar os efeitos deletérios da apnéia, esse excesso de esforço faz com que o sono seja mais superficial e fragmentado. Por isso, no dia seguinte, as pessoas estão sonolentas, irritadas, pouco produtivas e com a memória comprometida..Todos ressonamos em algum momento enquanto dormimos, não havendo motivo para preocupação, no entanto, havendo queixa de ronco forte, é indispensável pesquisar as causas para afastar o risco a que estão expostos esses pacientes.

Qual o tratamento indicado para o paciente com ronco e apnéia?

Se o problema tiver como causa a obesidade, o ideal seria a pessoa emagrecer recorrendo a um endocrinologista, entretanto,  conseguir não é fácil. Enquanto isso não ocorre, podemos indicar uma  máscara nasal ligada a um pequeno aparelho que gera pressão positiva de ar chamado de CPAP, e cuja função é manter a faringe aberta para o ar fluir melhor. Outras alternativas, lógicamente cada uma com sua devida indicação, são os aparelhos intraorais orientados por ortodontista especializado e em alguns casos, a cirurgia. Em caso de apnéia, restabelecida a oxigenação normal, o sono volta a ficar profundo, sem fragmentação, e dessa forma a pessoa descansa realmente, passando a ter mais disposição e qualidade de vida.


Revista Impacto Regional: Porque as pessoas roncam?

Scapuccin –Imagine um tubo  que permite a passagem de  um determinado fluxo de ar. Num tubo de menor calibre, para passar a mesma quantia de ar que o outro e no mesmo espaço de tempo, é preciso aumentar a velocidade desse fluxo. Esse aumento na velocidade provocada pelo afunilamento, leva a um turbilhonamento desse ar ao percorrer o tubo, causando um efeito sonoro. Com a garganta, na presença de fatores que leve a seu estreitamento ocorre o mesmo, surgindo o ronco. Entre muitos fatores podemos citar, a flacidez dos músculos da garganta que ocorre na mulher após a menopausa, a flacidez causada pelo envelhecimento, amigdalas e adenóides aumentadas de volume, recuo da base da língua em índividuos com queixo pequeno, entre outros.

Revista Impacto Regional: Existem outros fatores que devam ser mencionados?

Scapuccin – O álcool, por exemplo, tem a propriedade de relaxar os músculos da faringe assim como a maioria dos calmantes. Relaxandoa musculatura, acabam por agravar as apnéias pois a faringe já relaxa naturalmente à noite.
A obesidade é outro fator muito importante. Infelizmente, essa região em que podem concentrar-se vários problemas (relaxamento da musculatura, amídalas grandes, recuo da base da língua agravado pela posição do queixo, respiração bucal) também é passível de infiltração gordurosa que aumenta a obstrução da faringe. A natureza não preparou o ser humano para ser obeso. O excesso de peso interfere negativamente sobre o ronco. Além desses, refluxo gastroesofágico, que ocorre mais facilmente à noite e tabagismo, podem irritar a faringe, provocar inchaço e conseqüentemente aumentar a incidência de ronco e apnéia.

Revista Impacto Regional: Isso quer dizer que o ronco sempre tem origem na garganta?

Scapuccin -- Não, na maioria das vezes o ronco se origina na garganta, bem atrás da base da língua que é a região crítica, porém, em pessoas com dificuldade de respiração nasal, o ronco pode ocorrer em outra área que é a parte posterior do palato mole (céu da boca) e a úvula (campainha). O ser humano deve respirar predominantemente pelo nariz em qualquer fase da vida. O nariz serve para filtrar, aquecer e umedecer o ar e assim, ele devepassar pela faringe, traquéia, brônquios e chegar aos pulmões adequadamente processado.

Revista Impacto Regional: Atribue-se ao ronco, parte da responsabilidade por repercussões negativas na saúde do indivíduo. Afinal, quais são os grandes problemas causados pelo ronco?

Scapuccin -- O ressonar noturno, é considerado um evento normal do sono porém,  o ronco,  pode incomodar não apenas quem dorme no mesmo quarto, mas as pessoas da casa. Na realidade, o problema maior do ronco não é o desconforto que provoca nos outros mas o fato de que com frequência vem acompanhado de interrupção na respiração, interrupção essa chamada de apnéia e que é a grande vilã já que tem muitas consequências tais como, sonolência durante o dia com baixo rendimento intelectual e interferindo no estudo, no trabalho, para dirigir veículos com aumento na possibilidade de acidente de trânsito, além de sobrecarga cardiopulmonar podendo levar a hipertensão arterial e problemas cardíacos incluindo o infarte do miocárdio, derrame cerebral entre outros graves problemas.

Revista Impacto Regional: Quem procura mais o médico: o paciente que ronca ou o cônjuge?

ScapuccinEm geral, é o cônjuge. Muitos dos grandes roncadores não chegam a acordar com o própio ronco motivo pelo qual é o cônjuge que o leva ao consultório médico. Alguns se conscientizam do problema porque acordam com o próprio ronco e então, preferem ir sozinhos. O que mais assusta esses pacientes é a apnéia que os faz despertar sufocados. Muitas espôsas referem no consultório: ¨ele ronca e com frequência para de roncar e inclusive de respirar. Quando o cutuco, vira de lado e logo depois volta a roncar¨ . Na verdade, no momento em que a esposa o estimula para virar-se, ele acorda e há uma reativação da musculatura da faringe, o que facilita a passagem do ar, no entanto, quando adormece de novo, a faringe relaxa e ele volta a roncar.
Nos casos de apnéia, ele pode acordar por si mesmo porque além da força que faz para respirar, o cérebro é alertado da baixa de oxigenação provocada pela apnéia.

Revista Impacto Regional: Quais os desajustes provocados pelos roncos e apneias na vida do indivíduo?

Scapuccin – Muitos pacientes sentem-se tristes, deprimidos e ansiosos durante odia.
Isso acontece porque as incontáveis apneias e consequentes microdespertares causados pela baixa oxigenação fazem com que seu sono, em vez de profundo e consolidado, seja superficial e multifragmentado e com isso, o dia seguinte é um sofrimento. Além da sonolência, o paciente apresenta déficit cognitivo, memória e concentração comprometidas, impaciência e irritabilidade. Resultado: começa a produzir menos no trabalho e, muitas vezes, perde o emprego. Em casa, os conflitos são evidentes e sua vida se deteriora. Muitos casais acabam até se separando por causa do ronco.

Revista Impacto Regional: Quer dizer que a apnéia não é simplesmente a falta transitória de oxigênio. Ela pode levar a muitas consequências?

Scapuccin – Sim, principalmente na parte cardíaca. Nosso corpo inteiro deve receber uma quantidade determinada de oxigênio. Se o sangue estiver com baixa oxigenação, haverá um déficit disseminado pelas células do corpo. O problema maior ocorre com o coração, o grande consumidor de oxigênio e órgão que mais sofre a curto e médio prazo.

Revista Impacto Regional: Quem ronca mais, o homem ou a mulher?

Scapuccin – Até os 40 anos o homem ronca mais e a partir de então, não se sabe se por influência da menopausa ou do aumento de peso corpóreo, o número de mulheres roncadoras práticamente se iguala ao de homens.

Revista Impacto Regional: Como deve-se proceder para realizar o diagnóstico dos distúrbios do sono?

Scapuccin - Realiza-se o diagnóstico através do histórico do paciente e pela Polissonografia, exametotalmente computadorizado e que é realizado em clínicas do sono especializadas. É um exame realizado durante a noite com o paciente dormindo confortávelmente e de forma natural mas, com vários sensores pelo corpo através dos quais estudamos os vários parâmetros do sono.

Revista Impacto Regional: Qual o tratamento para essas pessoas?

Scapuccin – O tratamento da apnéia é um assunto polêmico. O diagnóstico é multidisciplinar, demanda a intervenção de vários profissionais, como otorrinos, neurologistas, cirurgiões de cabeça e pescoço, entre outros. Às vezes, é preciso remover amídalas e adenóides ou fazer cirurgia para harmonizar a face. Atualmente, o melhor tratamento para a apnéia é o CPAP nasal, uma máscara de silicone que através de um tubo flexível se comunica ao aparelho. Através da máscara nasal ou oronasal, chega umapressão positiva de ar  que é transmitida à faringe impedindo seu fechamento. Funciona como ume espécie de bengala para o paciente e que felizmente tem barateado bem. A qualidade melhorou, diminuiu de tamanho e as máscaras ficaram mais silenciosas. Muitos pacientes vão abandonandoo CPAP paulatinamente, quando tratam a doença que deu origem à apnéia. Outros tem que usar indefinidamente. O importante é que seu uso afasta o risco de problemas cardiovasculares, melhora o ronco e a pressão arterial. Nos roncadores sem apnéia existem os aparelhos intra-orais colocados à noite para dormir.


Vitti - De que geralmente se queixam os pacientes com distúrbios do sono?

Scapuccin- A queixa mais freqüente dos portadores de distúrbios do sono é a insônia. A segunda refere-se aos distúrbios respiratórios, especialmente o ronco, com o qualfrequentemente vem associado a apnéia.

Vitti - Mas, o que é apnéia?

Scapuccin-Apnéia é uma parada momentânea da respiração. É muito comum quem dorme ao lado de alguém que ronca muito, relatar o fato de que essa pessoa com frequência para de respirar e acorda num sobressalto. Esse “susto” é a resposta do sistema nervoso central diante da baixa oxigenação do cérebro que, dessa forma, defende o organismo.

Vitti – A apnéia do sono, está sempre associada ao ronco? 

Scapuccin-Geralmente os grandes roncadores são obesos e tendem a desenvolver apnéia, porém, nem toda apnéia está relacionada à obesidade ou associada ao ronco. Às vezes, alteraçõesanatômicas da mandíbula que, por ser pequena faz o queixo ficar recuado para tráz, podem apenas determinar  apnéia, sem roncos. Se essa desarmonia crânio-facial se junta à obesidade, o risco de apnéia severa aumenta bastante. O hipotireoidismo e o refluxo gastroesofágico são alguns de outros fatores que podem determinar a ocorrência de apnéia.

Vitti – Quais os riscos está exposto  o índividuo com apnéia?

Scapuccin-Não é só o cérebro que se ressente com a falta de oxigenação, mas o corpo inteiro se ressente e envelhece mais depressa. A médio prazo, porém, as implicações cardíacas representam a maior preocupação já que o coração é um grande consumidor de oxigênio e assim sendo, se a oferta diminui, ele sofre. Muitos apnéicos morrem de arritmia, infarto ou derrame cerebral. Além disso, certas doenças que só se manifestariam na velhice como o mal de Parkinson, por exemplo, aparecem precocemente nos apnéicos.

Vitti – Já que a apnéia é a grande vilã, porque tem se valorizado tanto o ronco nos últimos anos?

Scapuccin - Atualmente, as pessoas em que a apnéia é menos evidente, não chegando sequer a ser notada pela família, merecem atenção especial e o ronco é que nos alerta para essa pesquisa. Os músculos da faringe de todos os sêres humanos relaxam durante o sono. O pescoço mais grosso dos homens e a falta da proteção hormonal sobre o tônus muscular com que contam as mulheres antes da menopausa, acentuam essa flacidez. Por isso, antes dos 40 anos os homens roncam mais. Depois da menopausa, essa vantagem feminina quase desaparece e o problema passa a atingir os dois sexos quase na mesma proporção.

Vitti - Quando as pessoas que roncam devem procurar um médico para efetuar o diagnóstico e tratamento?

Scapuccin - Certas posições, como dormir de barriga para cima, favorecem o ressonar que a maioria das pessoas tem e que não oferece problemas, porém, o ronco é resultado da resistência da via aérea à passagem do ar e portanto pode ter consequências. Roncar significa que o indivíduo está fazendo força para respirar enquanto dorme. Sem mencionar os efeitos deletérios da apnéia, esse excesso de esforço faz com que o sono seja mais superficial e fragmentado. Por isso, no dia seguinte, as pessoas estão sonolentas, irritadas, pouco produtivas e com a memória comprometida..Todos ressonamos em algum momento enquanto dormimos, não havendo motivo para preocupação, no entanto, havendo queixa de ronco forte, é indispensável pesquisar as causas para afastar o risco a que estão expostos esses pacientes.

Vitti - Qual o tratamento indicado para o paciente com ronco e apnéia?

Scapuccin - Se o problema tiver como causa a obesidade, o ideal seria a pessoa emagrecer recorrendo a um endocrinologista, entretanto,conseguir não é fácil. Enquanto isso não ocorre, podemos indicar umamáscara nasal ligada a um pequeno aparelho que gera pressão positiva de ar chamado de CPAP, e cuja função é manter a faringe aberta para o ar fluir melhor. Outras alternativas, lógicamente cada uma com sua devida indicação, são os aparelhos intraorais orientados por ortodontista especializado e em alguns casos, a cirurgia. Em caso de apnéia, restabelecida a oxigenação normal, o sono volta a ficar profundo, sem fragmentação, e dessa forma a pessoa descansa realmente, passando a ter mais disposição e qualidade de vida.

Vitti – No inícioda entrevista foi dito que a insônia é o distúrbio do sono mais frequente. Qual orientação deve ser dada às pessoas que sofrem com esse problema?

Scapuccin – Muitas pessoas não tem sono repousante mesmo sob efeito de certos medicamentos para dormir porque, com o uso frequente, essas drogas deixam de ser tão efetivas. O paciente deixa de conseguir o efeito desejado que é dormir. Trocam de médicos e medicamentos com frequência porém, pouco conseguem.
Em vista disso tem-se destacado a importância de valorização da parte comportamental da insônia. A tendência atual é recorrer a acompanhamentos psicológicos, porque há pessoas que dormem mal porque são ansiosas ou depressivas e, basta colocarem a cabeça sobre o travesseiro, para começarem a remoer os problemas para os quais não vislumbraram solução durante o dia. Com isso, dormem pouco e mal, ficando com a estrutura do sono prejudicada e como consequência, com a qualidade de vida comprometida.
Além desse tratamento, damosênfase à chamada higienização do sono com eliminação de alguns hábitos e aquisição de outros que se bem utilizados,   podem trazer benefícios.                                      

Primeiro: a cama existe principalmente para dormir. Muitas pessoas porém, a utiliza  durante as refeições,  para assistir à televisão deitado já que acham que assistir tevê ajuda a dormir. Ledo engano. Ajuda o cochilomas não adormece profundamente. Vez ou outra despertamos e procuramos recompor as cenas perdidas. Assistir tevê tem de ser na sala. Quando o sono chega, deve-se ir para o quarto, apagar a luz, deitar e dormir.

Segundo: exercícios físicos vigorosos são estimulantes, portanto, é contra-indicado praticá-los à noite;

Terceiro: refeições próximas à hora de deitar podem provocar refluxos gastroesofágicos que atrapalham o sono e portanto devemos evitá-las assim como café, chá mate e os refrigerantes, principalmente as colas já que contém cafeína e portanto, prejudicam o sono.

Vitti - Para finalizar, como é chamada a doença em que o indivíduo mexe as pernas enquanto dorme, como se estivesse chutando alguma coisa?

Scapuccin - Trata-se de uma doença pouco diagnosticada, mas muito mais freqüente do que se imagina chamada de Movimento Periódico dos Membros Inferioresou mais conhecida por PLM, que são as iniciais de seu nome em inglês. Seu principal sintoma é o movimento involuntário dos membros inferiores e os primeiros a percebê-lo, em geral, são os que dormem ao lado do paciente. O indivíduo mexe a perna cíclicamente. Encolhe, estica, encolhe. Cada um desses movimentos de perna pode estar atrelado a um micro-despertar e, numa única noite, podem ocorrer mais de 600 deles. No dia seguinte a pessoa está sonolenta, sem disposição, pois é impossível não sentir os efeitos desses 600 micro-despertares. Em estágio mais avançado, os sintomas aparecem também durante o dia. A pessoa está sentada a sua frente, conversando, e as pernas estão inquietas.


Dr. José Roberto Scapuccin

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